Ciência maluca.

Lágrimas de rato são afrodisíacas

 

Olha só, dar uma chorada ajuda a conquistar as gatinhas — aliás, ops, as ratinhas. Pesquisadores da Universidade de Tóquio descobriram que as lágrimas dos ratos machos contêm feromônios que as fêmeas acham irresistíveis.

Eles contam que os ratos lacrimejam bastante para manter seus olhos úmidos, e aí as lágrimas — e os feromônios — acabam se espalhando pelos corpinhos deles. Quando a fêmea entra em contato com a substância, seu cérebro manda uma resposta que a torna três vezes mais propensa a copular com o chorão.

Mas não se animem, marmanjos. Os humanos não têm o código genético da substância, nem o receptor, então chorar na balada provavelmente não vai te ajudar muito.

 

Técnica tailandesa usa tapas para aumentar o tamanho dos seios

 

Khemmikka Na Songkhla é uma tailandesa de 35 anos que há 15 ganha a vida dando tapas nas pessoas – mais especificamente, nos seios das clientes.

Segundo ela (e uma porção de tailandesas satisfeitas), a técnica aumenta o tamanho do busto. E, de acordo com os resultados de um estudo conduzido pelo Ministério da Saúde de lá, tem ainda um efeito colateral positivo: previne o câncer de mama.

“Foi constatado que a massagem vigorosa deixava os seios livres de câncer e realmente maiores”, conta o jornal The Independent.

Não é legal? Mas atenção: não faça isso em casa. Não faça mesmo. Se quiser levar uns tapinhas, dá uma ligada para a Khemmikka.

 

Sadomasoquismo faz bem para o relacionamento

 

Um tapinha pode até doer, mas, no fim das contas, faz bem. É o que apontam dois estudos, de universidades dos EUA, que acompanharam 58 casais a festinhas de S&M e mediram as reações hormonais de cada um às brincadeiras que rolavam por lá.

Os pesquisadores observaram que, no geral, os níveis de cortisol (hormônio relacionado ao estresse) de quem estava sendo dominado iam lá em cima no início das atividades, mas caíam conforme os estímulos progrediam – e, aparentemente, batia o prazer.

E, questionados depois de tudo, os casais que avaliaram a experiência S&M como positiva disseram que saíram da festinha pesada sentindo-se mais próximos do que antes. Óun. Choque: mesmo entre os casais que não curtiram o que tinha rolado, parte deles avaliou que, mesmo assim, foram embora mais unidos. E aí, vai experimentar?

 

Gente bonita é mais malvada – e gente malvada ganha mais dinheiro

 

Dica de amigo pesquisador: repense o seu companheiro ideal. A gente gosta de pessoas bonitas, mas, apesar de serem agradáveis aos olhos e causarem orgulhinho na hora de andar de mãos dadas na rua, elas podem fazer da sua vida um inferno – porque, segundo um estudo das universidades de Edimburgo (Escócia), Barcelona e Madrid (Espanha), pessoas com rostos mais simétricos (que, estudos apontam, tendem a ser consideradas mais bonitas) são mais egoístas e têm menos escrúpulos na hora de passar por cima dos outros para se darem bem. Em jogos propostos na fase de testes, voluntários tinham a opção de cooperar com os outros jogadores (e arriscar empates) ou passar a perna em todo mundo (e sair ganhando). E qual foi o resultado? “Como as pessoas com rostos simétricos tendem a ser mais saudáveis e atraentes, são também mais autosuficientes e menos dispostas a cooperar com os outros ou procurar a ajuda alheia”, explicam os pesquisadores. Basicamente, elas não precisam ser legais, porque conseguem o que querem sozinhas – ou então ganham as coisas de bandeja, por serem tão bonitas.

E tudo indica que elas, em geral, tendam mesmo a se dar muito bem — mesmo sendo chatas desse jeito. Em um outro estudo, das universidades de Notre Dame e Cornell (EUA) e Western Ontario (Canadá), os participantes do sexo masculino (que, apesar de não serem necessariamente bonitos, eram tão malas quanto os simétricos de que falamos há pouco) que cooperavam menos e eram menos queridos pelos colegas de trabalho ganhavam 18% mais dinheiro anualmente do que os bacanões do escritório. Entre as mulheres, a diferença foi mais modesta, mas ainda assim significativa: as chatonas ganhavam 5% mais por ano.

Será que, de tudo isso, dá pra concluir que gente bonita, além de ser bonita, ainda tem mais dinheiro, então? Opa, sendo assim, talvez até valha a pena aguentar o egoísmo.

 

Cerveja faz bem para os ossos

 

Um estudo da Universidade de Extremadura, em Cáceres, na Espanha, envolveu 1700 voluntárias e constatou que as mulheres que bebiam cerveja regularmente tinham melhor densidade óssea – o que, olha que beleza, afasta o risco de osteoporose – do que as que bebiam vinho. E também do que as que não bebiam álcool.

A princípio, a pesquisa foi feita só com mulheres mesmo, amigos. É que as pessoas do sexo feminino, especialmente quando entram na menopausa, são mais afetadas pelo enfraquecimento dos ossos – é o que explicam os cientistas. E eles alertam, também, que o santo remédio está nos hormônios naturais presentes na cerveja. Não no álcool. Mas já é uma boa desculpa para virar umas loirinhas.

 

Solteirões morrem mais cedo

 

O mimimi é justificado, gente: de acordo com pesquisadores da Universidade de Louisville (EUA), os homens solteiros têm um risco de morte 32% maior do que os casados. As mulheres não ficam muito atrás: morrem 23% mais. O resultado saiu de uma superanálise de 90 estudos anteriores sobre o tema – o conjunto mostrou que o pessoal forever alone bate as botas entre 7 e 17 anos mais cedo do que as pessoas que têm aliança no dedo. Tenso, né?

O motivo é bem óbvio: os casados têm mais do chamado “suporte social” – companhia para garantir o bem-estar e para ajudar caso algo dê errado. Um outro estudo, por exemplo, feito no Canadá, mostrou que os homens casados têm mais chances de sobreviver a um ataque cardíaco porque são levados para o hospital mais cedo. No caso, pelas esposas.

 

Baratas gostam de Lady Gaga

 

Quem diria: até as baratas são little monsters (não, sério). A descoberta foi feita no colégio Cooper Union, em Nova York (EUA), por quatro adolescentes que faziam pequenos experimentos com os insetos. Um deles envolvia controlar os movimentos das baratas por meio de impulsos elétricos, que eram transmitidos por eletrodos fixados em suas asas. Ia tudo muito bem, mas chegou uma hora em que elas se acostumaram aos pulsos e pararam de responder a eles.

“Por que a gente não testa música, então?”, pensou a equipe. Fãs de rock as baratas não são, porque ignoraram solenemente as músicas do Weezer e do Avenged Sevenfold. Mas quando sentiram “Bad Romance”, da Lady Gaga, elas começaram a se movimentar novamente.

A explicação dos “pesquisadores” é que, por não seguir um “padrão consistente,” o baixo de “Bad Romance” oferece um estímulo ao qual as baratas não se acostumam – perfeito para o experimento. Isso é que é sucesso, hein, Gaga?

 

Pessoas com olhos claros têm mais chances de virarem alcoólatras

 

Você passou a vida toda sendo paparicado por esse belo par de olhos azuis. Mas tudo tem seu preço, meu amigo. Cientistas da Georgia State University, nos EUA, analisaram dados de duas grandes pesquisas (uma feita com 10.860 presos, todos do sexo masculino; a outra, com 1.862 mulheres de todo o país) e observaram a tendência: em ambas as amostragens, as pessoas com olhos azuis ou verdes bebiam mais e tinham mais problemas com alcoolismo do que as de olhos castanhos.

No caso dos homens, 42% dos com olhos claros eram alcoólatras, versus 38% dos com olhos escuros. Entre as mulheres, as com olhos claros disseram consumir “significativamente” mais álcool, em geral, e tinham virado mais drinks nos últimos dias do que as com olhos escuros. “Embora as diferenças sejam pequenas”, aponta o estudo, os resultados estão de acordo com constatações anteriores de que as pessoas com olhos escuros são mais sensíveis a certas drogas do que as com olhos claros, o que, hipoteticamente, faz com que bebam menos e, por fim, corram menos risco de virarem reféns do álcool.

Outra hipótese, segundo os caras, é que os olhos claros venham nos rostos de pessoas que tendem a ser mais introvertidas. É possível que essas duas características, introversão e olhos claros, dizem, estejam de alguma forma relacionadas durante o desenvolvimento do feto. Aí, quando cresce, ele vê nos “bons drink” a chave para ficar mais soltinho e pode acabar exagerando na dose – o que tende a levar à, aham, dependência. Mas um porquê conclusivo eles ainda não têm.

sexta 30 setembro 2011 07:15


Tome as rédeas da sua felicidade

Os solteiros se queixam da solidão. Os casados reclamam da falta de liberdade. Os "enrolados" reclamam da insegurança. Todos reclamam de decepções e dificuldades. Afinal, dá para ficar satisfeito no amor?

O fato de reclamarmos, seja qual for o tipo de relação que estejamos vivendo, nos leva uma inevitável constatação: não é a situação afetiva que cria aflições, somos nós mesmos.

A vida afetiva é, acima de tudo, um compromisso consigo mesmo. Solteiros, cuidamos de nós mesmos, do casamento interno entre nossas energias masculinas e femininas. Ao nos relacionarmos com outra pessoa, passamos a ter de lidar com mais um compromissso, o casamento de nosso casal interno com o casal interno do outro. Assim, fica claro o quanto é importante sabermos lidar com nosso relacionamento interno para então lidarmos com o relacionamento a dois.

Devemos assumir essa responsabilidade não por uma obrigação ou expectativa, mas por amor a nós mesmo. Relacionamentos iniciados pela carência, por ilusões criadas em nossa cabeça ou pela expectativa dos outros são frágeis. Atraímos situações e parceiros com base nessa energia e a afetividade é construída nessa essência. Isso é algo tão sutil que geralmente não percebemos. E quando os problemas começam a acontecer, não identificamos sua origem, e ficamos lidando apenas com seus reflexos. Consideramos o relacionamento difícil, o outro complicado e não mergulhamos até a raiz da situação: nós mesmos.

É comum, por exemplo, a mulher reclamar que seu companheiro não é carinhoso o suficiente. Mas será que ela não tem um problema de autoestima que a faz demandar demasiadamente estímulos do seu parceiro para se sentir amada? O homem, por sua vez, reclama que a mulher é carente demais e por isso sente-se sufocado. Mas será que ele para e reavalia como ele está demonstrando seu amor à sua companheira e se sua postura realmente pode ser mais afetuosa?

Quem está solteiro

Estar solteiro é uma oportunidade de aprender a lidar com você mesmo, aprender a identificar suas preferências, seus limites, suas fraquezas e, principalmente, preencher o vazio interno. Assim, é possível libertar-se do apego e da dependência de um parceiro. Um relacionamento nessa vibração se concretiza pelo medo da perda, gerando necessidade de controle, ciúmes e situações de abuso. Portanto, assuma o compromisso de amor com você mesmo, aprofunde-se nesse relacionamento interno. Aprenda a viver a paixão, o amor, as brigas e desentendimentos de você com você mesmo. Aprenda a lidar com o orgulho, com a solidão e a rejeição. Dessa maneira, estará preparado para viver de maneira saudável seus relacionamentos afetivos com o outro.

Quem vive um relacionamento

Experimentar o relacionamento a dois é uma lição mais ampla, mas também mais trabalhosa. Ao relacionar-se com o outro é fácil perder o foco em si mesmo. Primeiro porque os limites tornam-se menos definidos e de certo modo se misturam as identidades. E se o foco fica majoritariamente no(a) parceiro(a), você perde-se a si mesmo de vista, gerando desequilíbrio e insatisfação no relacionamento. Mas mesmo como casal é possível manter o compromisso individual. Dessa forma, cada um honra primeiro as suas próprias necessidades. Depois, avalia e resolve internamente suas questões antes de projetá-las lá fora. Com os próprios limites definidos, cada qual assume sua responsabilidade na situação e, ao buscar uma resolução, compartilha a situação ao invés de culpar o outro.

Ao assumir o compromisso de amor com você mesmo, dá o primeiro passo para assumir o compromisso de amor com seu(ua) parceiro(a). O interessante no exercício a dois é que o outro atua como um espelho para você. O comportamento do(a) companheiro(a) lhe mostra como você se coloca no relacionamento, e portanto como lida com sua própria identidade.

Não importa se estamos solteiros, enrolados, namorando ou casados. Uma vez comprometidos em reconhecer e aceitarmos a nossa identidade e sermos nós mesmos, criamos as bases para uma vida afetiva solida e verdadeira, satisfatória e plena. Desenvolvemos uma energia de compromisso, responsabilidade e autonomia.

quarta 24 agosto 2011 20:50


Vá em busca do que lhe faz bem

Já reparou como as plantas buscam pelo sol? Em vasos que deixamos em ambientes internos, menos iluminados pelo sol que o ambiente externo, percebemos isso ainda mais facilmente. Os galhos da plantinha vão se direcionando para onde há mais luz. Elas se entortam, se contorcem, usam toda a sua capacidade de se moldar para ir em busca do elemento que lhes oferece energia e vida. Da mesma maneira, elas também apresentam a tendência de aprofundar as suas raízes para buscar por água e outros elementos essenciais na terra. Seguindo o fluxo natural da vida, as plantas buscam por aquilo que as fornecerá a energia vital para seguirem cheias de força, multiplicando o verde ao seu redor. Seu impulso é voltado para viver bem, cheias de potencial para multiplicar a vida, crescer, desenvolver flores e frutos saudáveis.

E nós, seres humanos, estamos em busca daquilo que nos mantém cheios de vida e recarregamos nossa energia para isso? Responda por você. Você tem ido em busca dos elementos que lhe fazem sentir-se mais vivo? Estes elementos podem ser aqueles ambientes, pessoas, situações, escolhas, estados saudáveis que lhe auxiliem no crescimento. Você se direciona para eles? Busca por eles e os mantém acesos em sua vida? Sim, porque às vezes a gente até busca, mas não mantém a chama viva, vamos nos envolvendo na correria do cotidiano e perdemos de vista o essencial.

Escolhas que falam ao coração

O que faz seus olhos brilharem? Quais companhias colocam você para cima, lhe incentivam a ser você mesmo e torcem pelo seu crescimento? Que escolhas falam mais alto ao seu coração?

Quais hábitos são verdadeiramente importantes e lhe fariam ter uma vida mais plena?

Seja sincero e avalie como você tem levado a vida. Sempre há tempo para mudar de rota. Retome aqueles caminhos que apontam para o que tem a ver com você, que lhe permitem ter mais espaço para criar, para ser você e se sentir plenamente realizado, caminhos que sejam prazerosos e também acrescentem sabedoria e crescimento a cada passo.

Reflita e faça como a plantinha, que mesmo nos menores vasos e mesmo que você se esqueça de aguá-la de vez em quando, ela se vira daqui e dali para se aproximar daquilo que a fará se manter saudável, cheia de vida e de energia para continuar espalhando sementes.

quarta 24 agosto 2011 20:35


O arrependimento…

Dizem que é melhor se arrepender daquilo que fez, ao invés de se arrepender pelo o que não fez. Será verdade?

Algumas vezes, não fazer por medo, inexperiência ou mesmo pelo tal arrependimento, pode mudar o seu presente.

Aquela festa que você não foi e todo mundo passou mal, aquela pessoa que você dispensou uma saída e hoje responde um processo, aquele beijo que você não deu…

Não fazer faz o seu presente diferente, dá um alívio por coisas que deram errado e dá um frio na barriga pelo aquilo que poderia ter dado certo, mas que, talvez, na época não era o tempo certo.

Reviver emoções já guardadas na caixinha da saudade. Aquele sentimento inocente e confuso, borboletas no estômago que você jurava que nunca mais sentiria com tamanha intensidade.

Coisas que deixamos de fazer justamente em uma época que não saber fazer é a explicação. E se aquele beijo tivesse acontecido, teria sido bom? E se tivesse sido ruim, a vontade tirar a prova teria a mesma força da vontade de provar o beijo atualmente?

E se tivesse acontecido, as lembranças seriam as mesmas? As revelações? Aquilo que não foi dito, que não fazia sentido na época, teria o mesmo impacto?

Não fazer, não significa se arrepender. Mas deixar o tempo nos dar experiência e maturidade suficiente, para reacender aquele sentimento tão ingênuo guardado bem no fundo do coração.

domingo 14 agosto 2011 18:46


Quando o romantismo e a burrice se confundem.

Blog de giselia : Blogadão, Quando o romantismo e a burrice se confundem.

O garoto da cidade de Milwaukee, Jordan Cardella, de 20 anos, queria reconquistar a ex-namorada, mas nem considerou se declarar, mandar flores ou fazer uma serenata.

A estratégia que Jordan usou para chamar atenção da garota foi pedir para que amigos dessem um tiro em seu braço. Dessa forma, ele esperava que a ex tivesse pena dele e eles pudessem voltar a namorar.

O plano incluía uma verdadeira encenação. Jordan tinha sua própria arma e quis fingir um tiroteio. Assim que foi atingido pela bala, pediu que Michael atirasse novamente, mas o garoto não atirou.

Pra quem pensa que é impossível ser tão burro, está aí o Jordan pra provar o contrário. Além de ser baleado, e só não tomar outro tiro porque o amigo era cagão demais pra atender o pedido, os três garotos foram presos e vão prestar serviços comunitários. Mas a prova de que idiotice tem limites ficou por conta da garota que não reatou o namoro.

domingo 14 agosto 2011 18:30


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